Páginas

domingo, 26 de junho de 2011

Crenças limitantes


Desde a infância fomos condicionados a acreditar que tínhamos determinados limites e que não seria sensato ultrapassá-los.  Quantos de nós já ouvimos:  “Você é mesmo um burro”;  “Você é um inútil, igualzinho ao seu pai”; “Já que você é tão burrinha, que Deus lhe dê um bom marido”.  “Você é um imprestável”, etc.  Diz o povo que “praga de mãe pega”, o que certa dose de verdade, desde que a criança aceite aquilo que ela está dizendo como verdade.  Sob essas circunstâncias, o que pensamos serem os nossos limites, na verdade, são os limites que certas pessoas acreditavam que nós tínhamos.
Estas afirmações dos pais e das pessoas significativas na vida da criança funcionam como um encantamento, como se bruxos nos amaldiçoassem para sempre.  Estas pessoas deram suas opiniões sem ao menos pensar, às vezes com raiva de outras coisas, a descarregaram sobre nós.  Acreditamos nessas opiniões e elas se transformaram, infelizmente, na nossa realidade.
Tornamo-nos  viciados em ser da maneira que somos.  Assumimos como uma verdade imutável certas crenças estúpidas que nos impingiram:  “Não sou bom o suficiente, não sou inteligente o suficiente. Sou um perdedor.  Nasci para fracassar. Por que tentar?  Outras pessoas vão fazer isso porque são melhores do que eu”.  O poeta Fernando Pessoa, num momento de pessimismo disse:  “Pedi tão pouco à vida e, mesmo esse pouco me foi negado”.
Como você vê a si mesmo depende mais de suas crenças de que da sua realidade.  Crenças limitantes criam uma vida limitada.
Você é, em última análise, aquilo que sua mente foi programada para pensar que você é. Sua força está nos seus pensamentos.  A boa notícia é que você pode mudar suas crenças. De certa forma, este é o objetivo  básico deste nosso programa: ajudá-lo a mudar suas crenças limitantes.
Dr.Luiz Ainbinder

Opiniões Alheias


A maioria das pessoas é escrava das opiniões alheias porque não se conhecem muito bem, são inseguras e tem pouca auto-estima.
O primeiro sintoma deste cativeiro é sentir-se na dependência de elogios.  Tornam-se mendigos emocionais, vivem quase que suplicando por elogios.  Se ninguém lhes diz que seu cabelo, a sua roupa, ou outro detalhe qualquer está bem, a pessoa não se sente segura.
Mas se disserem que é bonita, inteligente, esperta, ela também acredita e, por isso tornam-se presa fácil de bajuladores mau-intencionados. 
Existem pessoas que ficam o tempo todo à procura de alguém que lhes diga algo que as faça se sentir seguras, mesmo que esse alguém não as conheça bem.
Para que você seja realmente feliz, aprenda a se conhecer e a se aceitar como você é. Não acredite em tudo o que falam a seu respeito. Não se deixe impressionar com elogios, nem com  as críticas.
Seja você. Descubra o que tem de bom em sua intimidade e valorize-se.  Ninguém melhor do que você para saber o que se passa na sua alma.
Quando a pessoa se conhece, podem emitir dela as opiniões mais contraditórias que ela não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade.
Nesses dias em que as mídias tentam criar protótipos de beleza física, e enaltecer a juventude do corpo como único bem que merece investimento, não se deixe iludir.
Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou aparenta ser. 
O importante mesmo, é que você se goste. Que você se respeite. Que se cuide e se sinta bem.  Nenhuma opinião que emitam sobre você, deve provocar tristeza ou alegria em demasia.
Desenvolva o auto-conhecimento e aprenda a desenvolver a auto-estima.
Enfim, lembre-se, meu querido (a) ouvinte: você é quem você é, e não quem os outros dizem que você é.
Dr.Luiz Ainbinder

sábado, 4 de junho de 2011

CARPE DIEM

CARPE DIEM ou HEDONISMO ALOPRADO
Sê prudente, começa a apurar teu vinho, e nesse curto espaço.
Abrevia as remotas expectativas. Mesmo enquanto falamos, o tempo,
Malvado, nos escapa: aproveita o dia de hoje, e não te fies no amanhã.
Horácio, Odes, Livro 1, ode 11
O poeta romano Horácio escreveu “Carpe diem quam minimum credula postero”, ou seja, colha o dia, confia o mínimo no amanhã.
A expressão “carpe diem” (aproveite o dia) foi popularizada pelo professor interpretado por Robbie Willians no filme “A Sociedade dos Poetas Mortos”. Existe uma comunidade no ORKUT (site de relacionamentos) que tem quase 700 mil membros; no Rio de Janeiro, Carpe Diem virou até marca de roupa. Também é marca de diversos artigos da perfumaria Boticário.
O professor provoca uma revolução nas mentes e comportamentos de um grupo de estudantes internos de um colégio conservador na década de 50, nos EUA, aos lhes instigar na busca de novas maneiras de ver a vida. Desafia-os a, literalmente, rasgar conceitos ultrapassados, contidos nos livros, e a perceber a vida com poesia, adotando a filosofia contida na frase “Carpe Diem”, ou seja, aproveite o seu dia intensamente.
“Viva o hoje, porque o ontem já passou e o amanhã talvez nem chegue”. (Antoine de Sant-Exupéry)
RESUMO DO FILME