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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Historinha

É assim que você fica confuso.
Um homem que tinha aberto uma loja numa cidadezinha havia pouco tempo mandou fazer uma grande placa onde estava escrito: “Vendemos peixe fresco aqui”.  Chegou um amigo e disse: “Para que você colocou a palavra “aqui” na placa?  Então ele mandou tirar a palavra “aqui”.
Outro amigo apareceu e disse:  “Vendemos”?  É claro que você vende.  Você não dá os peixes, dá?  Então tire a palavra “vendemos”.
Um terceiro amigo apareceu e disse: “Peixe fresco”?  O peixe tem que ser fresco.  Quem iria comprar peixe estragado?  Tire essa palavra “fresco”.
O dono da loja ficou grato aos amigos.  Só havia a palavra “peixe” na placa quando uma quarta pessoa apareceu e disse: “Peixe”? Não diga!  Dá para sentir o cheiro a quilômetros.  O dono da loja apagou a última palavra da placa.
Um outro homem chegou e disse: “Que idéia é essa de pendurar uma placa sem nada escrito na entrada da loja”?  O dono da loja tirou a placa.
Outro homem apareceu em cena e disse:  “Você abriu uma loja bem grande mesmo.  Você não poderia pendurar uma placa na porta dizendo, ‘Vendemos peixe fresco aqui?’”
Meu querido (a) ouvinte, se você ficar ouvindo as pessoas, ficará cada vez mais confuso; é assim que você fica confuso.  A sua confusão é esta: você ouve todo tipo de pessoa e elas lhe dão conselhos diferentes.  Eu não estou dizendo que elas estejam mal intencionadas; elas têm boas intenções, mas não são conscientes, do contrário não lhe dariam conselhos.  Elas lhe dariam uma inspiração, não um conselho.  Elas não lhe diriam o que fazer e o que não fazer.  Elas lhe ajudariam a tomar consciência para que você conseguisse decidir por si mesmo.


Imagine o seguinte: você está sozinho no planeta Terra; toda humanidade desapareceu. O que você será? Inteligente ou tolo? Bonito ou feio? Um pessoa notável ou apenas uma pessoa comum? O que você será? Sozinho na Terra – toda a humanidade desapareceu – você será apenas você mesmo. O problema é que você se compara o tempo todo e por isso nunca está contente com aquilo que você é, seja o que for. Então você permanecerá irremediavelmente miserável, porque você não pode ser outra coisa. Você só pode ser você mesmo. Nada mais é possível. Tudo o mais é fútil, prejudicial, perigoso. Você pode desperdiçar sua vida inteira, toda sua existência. Aquilo que você é, seja o que for, é você. Aceite-o; não deseje ser diferente. Quando você se aceita, muitas coisas começam a acontecer, e a primeira delas será uma vida não-tensa. Não haverá tensão. Você não deseja ser algo mais. Não há comparação. Você é único. Não pensa mais em termos de outros. E, é aí, que acontece o paradoxo da transformação: quando você se aceita tal como é, a transformação se inicia.
Dr.Luiz Ainbinder

Historinha

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente,quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
Moral da História:
"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter."
As pessoas são diferentes, agem e pensam de formas diferentes.
Portanto, nunca julgue.
Tente apenas compreender.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

NINGUÉM É INFERIOR OU SUPERIOR


Quando falamos na prepotência do ego, na inconveniência do egocentrismo não estamos exortando a ninguém a se rebaixar, submeter ou diminuir-se perante os outros.  Lembre-se de que ninguém é inferior ou superior.  Jamais nos aceitaremos como somos até entendermos que somos únicos e por isso mesmo incomparáveis.
 Simplesmente é um convite a reflexão de que não devemos empenhar em provar nossa razão nas discussões, mostrar que venceu tal ou qual comparação, apregoar vaidosamente suas qualidades e ilusoriamente sentir-se superior ou melhor do que o outro.
 Tanto Buda como Jesus pregaram o caminho da humildade.  Ambos insistiram para que as pessoas se colocassem todas no mesmo nível.  “Somos todos irmãos”, disse Jesus e Buda recomendava que os homens abandonassem qualquer ilusão de superioridade.
 Transformamo-nos em pessoas íntegras, não à medida que acumulamos, mas à medida que nos livramos de tudo que não é verídico, de tudo que é falso ou inautêntico.
 Isso, contudo, não deve levar você a usar a máscara da humildade; isso seria uma vaidade, um produto do ego.  Você estaria pretendendo ostentar uma humildade, o que seria uma farsa, uma maneira de a vaidade ficar escondida atrás da portta.
 Muitos interpretaram equivocadamente as palavras dos Mestres.  Entenderam que, se não eram superiores, seriam, então, inferiores. Sendo inferiores, nada mais natural do que aceitar passivamente humilhações.
 Humildade é honestidade.  A honestidade de ser exatamente quem você é, sem aumentar suas qualidades, sem querer impressionar os outros.  É não querer parecer especial aos olhos de ninguém, principalmente aos seus próprios.  Neste processo você se aproxima cada vez mais de sua essência, e nada é mais doce do que ficar em harmonia consigo mesmo.
 Também não é nada  contra ter  autoconfiança, sentir-se capaz de realizar certas coisas.  Entretanto, a autoconfiança sem humildade é arrogância, enquanto que humildade sem autoconfiança é fracasso.

Dr.Luiz Ainbinder

NASCEMOS CHORANDO, VIVEMOS RECLAMANDO E MORREMOS INSATISFEITOS


Somos muito mais os pais do nosso futuro do que filhos de nosso passado.  Não somos prisioneiros do passado.  É possível rompermos com nosso passado e construirmos nosso futuro.  Nosso passado influencia, mas não determina nosso presente. 
 Você é aquilo que pensa ser, e esta é a boa notícia: você pensa o que quiser, portanto, você é, hoje, quem escolhe ser.  Se o que você é hoje não lhe satisfaz, refaça suas escolhas.
 Dizer que você é assim ou assado, desta ou daquela maneira por causa das experiências vividas em seu passado ou por causa das pessoas do seu passado, é cômodo, mas não é verdadeiro.
 Cômodo, porque não há nada que você possa fazer para mudar, pois o passado é imutável.  Aconteceu está acontecido.  Está definitivamente escrito na história de sua vida, portanto é inalterável.  O fato é que as pessoas detestam mudanças. Mudanças exigem esforço e pensamento ativo, atento e a maioria das pessoas apenas repete pensamentos, deixa a sua mente funcionar no piloto automático. Nada muda se você não mudar.  A única pessoa que gosta de mudança é o bebê que molhou a fralda.
 Então,  é melhor deixar de usar seu passado como uma armadura para protegê-lo da sua responsabilidade sobre sua própria vida.  Você é o que é hoje pelas escolhas que você vem fazendo ao longo de sua vida.  Não é porque seu pai abandonou sua mãe, ou sua mãe dava mais atenção ao seu irmão do que a você, que você é assim hoje. 
 Você é o arquiteto de seu próprio destino, não é, de maneira alguma, refém do seu passado. 
 Enfim,  a grande pergunta é: “o que é que você vai fazer com o que fizeram de você?”

domingo, 26 de junho de 2011

Crenças limitantes


Desde a infância fomos condicionados a acreditar que tínhamos determinados limites e que não seria sensato ultrapassá-los.  Quantos de nós já ouvimos:  “Você é mesmo um burro”;  “Você é um inútil, igualzinho ao seu pai”; “Já que você é tão burrinha, que Deus lhe dê um bom marido”.  “Você é um imprestável”, etc.  Diz o povo que “praga de mãe pega”, o que certa dose de verdade, desde que a criança aceite aquilo que ela está dizendo como verdade.  Sob essas circunstâncias, o que pensamos serem os nossos limites, na verdade, são os limites que certas pessoas acreditavam que nós tínhamos.
Estas afirmações dos pais e das pessoas significativas na vida da criança funcionam como um encantamento, como se bruxos nos amaldiçoassem para sempre.  Estas pessoas deram suas opiniões sem ao menos pensar, às vezes com raiva de outras coisas, a descarregaram sobre nós.  Acreditamos nessas opiniões e elas se transformaram, infelizmente, na nossa realidade.
Tornamo-nos  viciados em ser da maneira que somos.  Assumimos como uma verdade imutável certas crenças estúpidas que nos impingiram:  “Não sou bom o suficiente, não sou inteligente o suficiente. Sou um perdedor.  Nasci para fracassar. Por que tentar?  Outras pessoas vão fazer isso porque são melhores do que eu”.  O poeta Fernando Pessoa, num momento de pessimismo disse:  “Pedi tão pouco à vida e, mesmo esse pouco me foi negado”.
Como você vê a si mesmo depende mais de suas crenças de que da sua realidade.  Crenças limitantes criam uma vida limitada.
Você é, em última análise, aquilo que sua mente foi programada para pensar que você é. Sua força está nos seus pensamentos.  A boa notícia é que você pode mudar suas crenças. De certa forma, este é o objetivo  básico deste nosso programa: ajudá-lo a mudar suas crenças limitantes.
Dr.Luiz Ainbinder

Opiniões Alheias


A maioria das pessoas é escrava das opiniões alheias porque não se conhecem muito bem, são inseguras e tem pouca auto-estima.
O primeiro sintoma deste cativeiro é sentir-se na dependência de elogios.  Tornam-se mendigos emocionais, vivem quase que suplicando por elogios.  Se ninguém lhes diz que seu cabelo, a sua roupa, ou outro detalhe qualquer está bem, a pessoa não se sente segura.
Mas se disserem que é bonita, inteligente, esperta, ela também acredita e, por isso tornam-se presa fácil de bajuladores mau-intencionados. 
Existem pessoas que ficam o tempo todo à procura de alguém que lhes diga algo que as faça se sentir seguras, mesmo que esse alguém não as conheça bem.
Para que você seja realmente feliz, aprenda a se conhecer e a se aceitar como você é. Não acredite em tudo o que falam a seu respeito. Não se deixe impressionar com elogios, nem com  as críticas.
Seja você. Descubra o que tem de bom em sua intimidade e valorize-se.  Ninguém melhor do que você para saber o que se passa na sua alma.
Quando a pessoa se conhece, podem emitir dela as opiniões mais contraditórias que ela não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade.
Nesses dias em que as mídias tentam criar protótipos de beleza física, e enaltecer a juventude do corpo como único bem que merece investimento, não se deixe iludir.
Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou aparenta ser. 
O importante mesmo, é que você se goste. Que você se respeite. Que se cuide e se sinta bem.  Nenhuma opinião que emitam sobre você, deve provocar tristeza ou alegria em demasia.
Desenvolva o auto-conhecimento e aprenda a desenvolver a auto-estima.
Enfim, lembre-se, meu querido (a) ouvinte: você é quem você é, e não quem os outros dizem que você é.
Dr.Luiz Ainbinder

sábado, 4 de junho de 2011

CARPE DIEM

CARPE DIEM ou HEDONISMO ALOPRADO
Sê prudente, começa a apurar teu vinho, e nesse curto espaço.
Abrevia as remotas expectativas. Mesmo enquanto falamos, o tempo,
Malvado, nos escapa: aproveita o dia de hoje, e não te fies no amanhã.
Horácio, Odes, Livro 1, ode 11
O poeta romano Horácio escreveu “Carpe diem quam minimum credula postero”, ou seja, colha o dia, confia o mínimo no amanhã.
A expressão “carpe diem” (aproveite o dia) foi popularizada pelo professor interpretado por Robbie Willians no filme “A Sociedade dos Poetas Mortos”. Existe uma comunidade no ORKUT (site de relacionamentos) que tem quase 700 mil membros; no Rio de Janeiro, Carpe Diem virou até marca de roupa. Também é marca de diversos artigos da perfumaria Boticário.
O professor provoca uma revolução nas mentes e comportamentos de um grupo de estudantes internos de um colégio conservador na década de 50, nos EUA, aos lhes instigar na busca de novas maneiras de ver a vida. Desafia-os a, literalmente, rasgar conceitos ultrapassados, contidos nos livros, e a perceber a vida com poesia, adotando a filosofia contida na frase “Carpe Diem”, ou seja, aproveite o seu dia intensamente.
“Viva o hoje, porque o ontem já passou e o amanhã talvez nem chegue”. (Antoine de Sant-Exupéry)
RESUMO DO FILME 

terça-feira, 31 de maio de 2011

REAÇÕES ESTRESSANTES

Não existe situação estressante; existem reações estressantes. Dito de outra maneira: nunca é o que acontece que nos afeta; é o que pensamos sobre o que acontece  que nos afeta. Exemplo: falar em público é estressante para alguns e delicioso para outros. Alguns se estressam ao dirigir e outros relaxam dirigindo. Se falar em público ou dirigir, fossem causa para o estresse, todos, nestas circunstâncias seriam estressados, e isso não acontece.
Mesmo que fosse possível zerar o nosso nível de estresse, não seria desejável. A vida implica num certo grau de tensão. O relaxamento total só vem com a morte. Um certo nível de estresse é uma fonte de energia valiosa e pode ser uma força positiva se controlado efetivamente. Como o ar num pneu, a pressão permite que a roda de sua vida gire. Um pneu furado não é uma situação ideal – a melhor quilometragem vem de pneus adequadamente cheios. E o mesmo acontece na vida. A experiência mostra que quantidades moderadas de estresse resultam freqüentemente em ótimos níveis de desempenho.
Se você, meu querido (a) ouvinte, sente-se estressado, a mais profunda e eficaz mudança para sua melhora é mudar alguns aspectos da sua visão das coisas, desenvolvendo uma mentalidade mais realista e apropriada para suas circunstâncias. Algumas dicas: não tente modificar o que é imodificável. O que não pode ser modificado, precisa ser suportado. Reconheça seus limites; você não pode tudo. Se você pretende ser um super-homem ou uma super-mulher, vai se estressar – e muito. Uma boa maneira para ficar bem estressado e neurótico é ser perfeccionista, ou seja, se cobrar a perfeição: como ela é impossível a seres humanos, não tem jeito, você vai viver estressado. Lembre-se, meu querido (a) ouvinte: errar não é errado;é humano.
Atitudes para encontrar a felicidade...: 

PERSEVERANÇA

Quando a próxima tarefa é uma montanha à sua frente, ela pode parecer muito difícil de se escalar.
Mas você não precisa escalá-la de uma vez.  Dê apenas um passo de cada vez...
 Dê um pequeno passo...  e dê mais um pequeno passo...  e, mais um... e então, outro...  E você descobrirá que a tarefa, que era uma montanha à sua frente, é apenas uma montanha que você já escalou!

MORAL DA HISTÓRIA: A perseverança é onipotente, ela tudo pode.

domingo, 29 de maio de 2011

COMO NÃO DISCUTIR

1.   São necessários dois para discutir. Se não respondermos de volta, não haverá discussão. Simplesmente diga: “Prefiro não conversar sobre isto agora” e, se necessário, repita esta frase com suavidade mais uma vez. Programe, então, um tempo para falar sobre o assunto no futuro.

 2.   As discussões se agravam com o volume da voz dos discutidores. O Rei Salomão já nos ensinou no Antigo Testamento: “Uma resposta gentil dispersa a raiva”. Quanto mais violentamente o outro discute, mais serena nossa resposta deve ser. Logo veremos o tom de voz dele/dela diminuir em resposta.

3.   Não haverá discussão se concordarmos. Não é nenhum sinal de fraqueza usar as seguintes frases: “Este é um bom ponto”, “Eu não havia pensado sobre isto” ou “Você tem toda a razão”! Focalizemos onde podemos concordar, não onde diferenciar.

4.   Admitamos quando estivermos errados. Ninguém está sempre totalmente certo. Reconheça e afirme seus erros e responsabilize-se pro eles.  A outra pessoa se sentirá melhor e poderá até admitir e assumir alguns erros de sua parte.

5.   Não acuse ou ataque. Não diga: “Você disse isto!” ou “Você fez aquilo!” Façamos perguntas, não declarações. E façamo-las com sinceridade, com a intenção de achar a verdade, e não como uma espada afiada, pronta a cortar a cabeça do oponente.

6.   Lembremo-nos de nossa meta! No caso do casamento, queremos harmonia, paz, uma boa atmosfera e amor. Argumentações geram tensão e ansiedade, nunca paz e tranqüilidade. Diga a si mesmo: “Eu amo minha esposa, amo meus filhos e amo meu dinheiro (divórcios custam montes de dinheiro!)”

7.   Não seja tolo em demonstrar falta de respeito ao seu amado(a) e a si mesmo, dizendo coisas que causam mágoas, coisas sem sentido ou sem validade. Você escolheu esta pessoa para ser seu cônjuge. Esta é a pessoa, acima de qualquer outra, que possui as qualidades para ser o seu escolhido/escolhida ente os bilhões de seres humanos pelo planeta.

8.   Transforme a disputa em um debate. Não defenda uma posição e sim exponha uma idéia ou problema que precisa ser esclarecido. Pessoas de boa fé, que raciocinam juntas, podem chegar a um denominador comum. Ouça com a mente aberta. Seja um juiz, não um advogado!

9.   Pergunte a si mesmo: “Será que esta discussão realmente vale a pena?” No final, tudo aquilo sobre o que estamos discutindo talvez seja algo trivial. Pode ser que a forma de comunicação que estamos utilizando é que esteja gerando a angústia, a raiva e as demais razões pelas quais estamos discutindo ao invés de debater.

10. Quando uma pessoa envolvida numa discussão, principalmente sobre assuntos financeiros, grita “Isto é uma questão de princípios!”, muitas vezes o que ela quer dizer é: “Isto é uma questão de dinheiro!”. Não deixemos que o dinheiro se intrometa e destrua amizades, casamentos e nossos relacionamentos.
 

VOCÊ OUVIU O QUE EU DISSE?


Quando percebemos que estamos sendo realmente ouvidos, sentimos que estamos sendo levados a sério; que nossos sentimentos, pensamentos e opiniões fazem sentido e merecem o respeito do outro, embora não necessariamente sua concordância. 
Ser ouvido e entendido é eliminar a distância que nos separa das outras pessoas.  Ao revelarmos o que existe em nossas mentes e em nossos corações, buscamos este entendimento, que deveria ser simples, mas não é.
É um desejo universal de todas as pessoas serem aceitas e estimadas pelo que são individualmente.  Todos queremos ser ouvidos e compreendidos.  Precisamos ser ouvidos com atenção, e não julgados, corrigidos ou aconselhados.  Embora cada um sinta esta necessidade, não se apercebe que os outros também a têm.  Deve ser por isso que a Madre Tereza de Calcutá disse em certa ocasião:  “Neste mundo há mais fome de amor e de atenção do que de pão”.
Se o ouvir fortalece nosso relacionamento por sedimentar nossa conexão com outro alguém, este também, ao validar nossos pensamentos e sentimentos, fortifica a nossa auto-estima.  Na presença de um ouvinte receptivo, nós somos capazes de clarificar o que pensamos e descobrir o que sentimos. 
Ao não sermos adequadamente ouvidos, sentimos uma espécie de  vazio em nossas vidas.  Acontece uma vaga sensação de descontentamento, de tristeza ou de solidão.  Sem nos darmos conta, ferimos uns aos outros ao falharmos por não ouvirmos verdadeiramente o que cada um diz.
Meu querido (a) ouvinte, mais uma vez recorre a sabedoria de  Madre Tereza de Calcutá quando disse:  “Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz”.

Dr.Luiz Ainbinder

terça-feira, 24 de maio de 2011

A ORIGEM DOS CONFLITOS

Imagine uma árvore.  Suponha que seja a árvore da vida.  Nela há frutos.  Na vida, os nossos frutos são os nossos resultados.  Nós olhamos para eles e não gostamos do que vemos – achamos que os frutos que produzimos são poucos, muito pequenos ou que o seu sabor é muito mais amargo do que gostaríamos que fosse.

terça-feira, 10 de maio de 2011

PORQUE É TÃO DIFÍCIL DIZER NÃO


É inegável que em grande parte nós somos o que aprendemos a ser.  Aquela ansiedade que sentimos diante de algumas ou de todas as pessoas não é uma marca, um estigma que trazemos do berço.  É um fenômeno aprendido mas, se aprendemos alguma coisa, podemos, também,  desaprendê-la ou modificá-la.

As mensagens implícitas e explícitas recebidas de nossos pais e de outras pessoas significativas em nossa infância nos ensinavam como proceder.  As instruções diretas dadas pelos pais influenciam a aprendizagem infantil; são ordens tais como: “seja boazinha”, “obedeça sempre aos mais velhos” e a terrível pergunta: “o que é que os outros vão pensar de você?”
(O que os outros vão pensar sobre nós é problemas deles.  O que nós pensamos sobre nós mesmos é o que  realmente importa.)

sábado, 7 de maio de 2011

COMPORTAMENTO ASSERTIVO

É a maneira inteligente e honesta onde as dificuldades a serem confrontadas são realmente confrontadas, e as informações que precisam ser passadas são passadas mesmo que seja desconfortável ou difícil fazê-lo.

Ser assertivo é comportar-se se baseando em real auto-estima: respeitando-se a si mesmo e aos outros e prefere-se a melhor solução de um problema em lugar de uma questionável vitória pessoal.