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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A DO DIA por LUIZ AINBINDER


Seria melhor devotarmos um amor incondicional a nós mesmos, um amor que não esteja sujeito a nenhuma condição: amamo-nos a despeito de nossos defeitos e limites, fracassos e reveses, simplesmente porque sabemos que somos dignos de amor e de respeito. Você pode, muito bem, assumir seus limites e defeitos sem se desvalorizar.


Temos um valor intrínseco, que está dentro de nós, inseparavelmente ligado à nossa pessoa independente de qualquer outra coisa.

O problema é que nos foi ensinado por todas culturas e todas as religiões a nos sentirmos negativos a respeito de nós mesmos. Nenhuma pessoa é, então, amada ou apreciada por ser ela mesma. Faz-se necessário provar seu valor: ganhe medalhas de ouro nas competições; obtenha sucesso, dinheiro, poder, prestígio, respeitabilidade. Você, infelizmente, aprendeu que seu valor não é intrínseco. Seu valor tem que ser provado.

Todos os homens são comuns. Os extraordinários são aqueles que sabem disso. (Gilbert Keith Chesterton)




quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Falta de tempo


Para Pensar



A DO DIA: (trecho de uma das apostilas do curso ENRIQUECIMENTO DA VIDA) - Não se condene. Seja o que for, você é assim. Não aja como culpado, não se sinta culpado. Mesmo que haja algo errado, você não está errado. Pode ser que tenha agido de modo errado, mas seu ser não está errado por causa disso. Alguma atitude pode estar errada, mas o ser está sempre certo.

Seja só você mesmo, não importa o que isso signifique. O problema é que nunca antes falaram para ser apenas você mesmo. Todo mundo está metendo o nariz, dizendo que você tem que ser assim ou assado – mesmo nas questões mais corriqueiras.

domingo, 30 de setembro de 2012

Minimamente Feliz


Minimamente Feliz

A Felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar.

Eu já suspeitava que felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo.

Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas.

Um por do sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café  recém coado,

Um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir.

São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem, alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

Eu contabilizo tudo de bom que me aparece, sou adepta da felicidade homeopática. Se o ziper daquele vestido que eu adoro voltar a fechar (ufa!) ou se  pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.

Alguns crescem esperando a felicidade com letras maiúsculas e na primeira pessoa do plural:”Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando para lugares mágicos”.

Agora, se descobre que dá para ser feliz no singular:  Quando estou na estrada  dirigindo e ouvindo as músicas que  eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem estar indescritível.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado ele perguntou com quem ela estava  conversando: Comigo mesma, respondeu. Adoro conversar com pessoas inteligentes.

Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas:

1- Que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e

2- Que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha “dieta de felicidade” o uso moderadíssimo da palavra “quando”.

Aquela história de “quando eu ganhar na Mega Sena”, “quando eu me casar”, “quando eu tiver filhos”, “quando meus filhos crescerem”, “quando tiver um emprego fabuloso” ou “quando encontrar um homem que me mereça”, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje.

Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a  Camilla Parker- Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?

Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra a calculadora para ir somando as pequenas felicidades.

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para nossos tempos. Que digam!

Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Texto de:

LEILA FERREIRA – JORNALISTA

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Historinha

É assim que você fica confuso.
Um homem que tinha aberto uma loja numa cidadezinha havia pouco tempo mandou fazer uma grande placa onde estava escrito: “Vendemos peixe fresco aqui”.  Chegou um amigo e disse: “Para que você colocou a palavra “aqui” na placa?  Então ele mandou tirar a palavra “aqui”.
Outro amigo apareceu e disse:  “Vendemos”?  É claro que você vende.  Você não dá os peixes, dá?  Então tire a palavra “vendemos”.
Um terceiro amigo apareceu e disse: “Peixe fresco”?  O peixe tem que ser fresco.  Quem iria comprar peixe estragado?  Tire essa palavra “fresco”.
O dono da loja ficou grato aos amigos.  Só havia a palavra “peixe” na placa quando uma quarta pessoa apareceu e disse: “Peixe”? Não diga!  Dá para sentir o cheiro a quilômetros.  O dono da loja apagou a última palavra da placa.
Um outro homem chegou e disse: “Que idéia é essa de pendurar uma placa sem nada escrito na entrada da loja”?  O dono da loja tirou a placa.
Outro homem apareceu em cena e disse:  “Você abriu uma loja bem grande mesmo.  Você não poderia pendurar uma placa na porta dizendo, ‘Vendemos peixe fresco aqui?’”
Meu querido (a) ouvinte, se você ficar ouvindo as pessoas, ficará cada vez mais confuso; é assim que você fica confuso.  A sua confusão é esta: você ouve todo tipo de pessoa e elas lhe dão conselhos diferentes.  Eu não estou dizendo que elas estejam mal intencionadas; elas têm boas intenções, mas não são conscientes, do contrário não lhe dariam conselhos.  Elas lhe dariam uma inspiração, não um conselho.  Elas não lhe diriam o que fazer e o que não fazer.  Elas lhe ajudariam a tomar consciência para que você conseguisse decidir por si mesmo.


Imagine o seguinte: você está sozinho no planeta Terra; toda humanidade desapareceu. O que você será? Inteligente ou tolo? Bonito ou feio? Um pessoa notável ou apenas uma pessoa comum? O que você será? Sozinho na Terra – toda a humanidade desapareceu – você será apenas você mesmo. O problema é que você se compara o tempo todo e por isso nunca está contente com aquilo que você é, seja o que for. Então você permanecerá irremediavelmente miserável, porque você não pode ser outra coisa. Você só pode ser você mesmo. Nada mais é possível. Tudo o mais é fútil, prejudicial, perigoso. Você pode desperdiçar sua vida inteira, toda sua existência. Aquilo que você é, seja o que for, é você. Aceite-o; não deseje ser diferente. Quando você se aceita, muitas coisas começam a acontecer, e a primeira delas será uma vida não-tensa. Não haverá tensão. Você não deseja ser algo mais. Não há comparação. Você é único. Não pensa mais em termos de outros. E, é aí, que acontece o paradoxo da transformação: quando você se aceita tal como é, a transformação se inicia.
Dr.Luiz Ainbinder

Historinha

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente,quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
Moral da História:
"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter."
As pessoas são diferentes, agem e pensam de formas diferentes.
Portanto, nunca julgue.
Tente apenas compreender.