Não existe situação estressante; existem reações estressantes. Dito de outra maneira: nunca é o que acontece que nos afeta; é o que pensamos sobre o que acontece que nos afeta. Exemplo: falar em público é estressante para alguns e delicioso para outros. Alguns se estressam ao dirigir e outros relaxam dirigindo. Se falar em público ou dirigir, fossem causa para o estresse, todos, nestas circunstâncias seriam estressados, e isso não acontece.
Mesmo que fosse possível zerar o nosso nível de estresse, não seria desejável. A vida implica num certo grau de tensão. O relaxamento total só vem com a morte. Um certo nível de estresse é uma fonte de energia valiosa e pode ser uma força positiva se controlado efetivamente. Como o ar num pneu, a pressão permite que a roda de sua vida gire. Um pneu furado não é uma situação ideal – a melhor quilometragem vem de pneus adequadamente cheios. E o mesmo acontece na vida. A experiência mostra que quantidades moderadas de estresse resultam freqüentemente em ótimos níveis de desempenho.
Se você, meu querido (a) ouvinte, sente-se estressado, a mais profunda e eficaz mudança para sua melhora é mudar alguns aspectos da sua visão das coisas, desenvolvendo uma mentalidade mais realista e apropriada para suas circunstâncias. Algumas dicas: não tente modificar o que é imodificável. O que não pode ser modificado, precisa ser suportado. Reconheça seus limites; você não pode tudo. Se você pretende ser um super-homem ou uma super-mulher, vai se estressar – e muito. Uma boa maneira para ficar bem estressado e neurótico é ser perfeccionista, ou seja, se cobrar a perfeição: como ela é impossível a seres humanos, não tem jeito, você vai viver estressado. Lembre-se, meu querido (a) ouvinte: errar não é errado;é humano.
Atitudes para encontrar a felicidade...: