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terça-feira, 31 de maio de 2011

REAÇÕES ESTRESSANTES

Não existe situação estressante; existem reações estressantes. Dito de outra maneira: nunca é o que acontece que nos afeta; é o que pensamos sobre o que acontece  que nos afeta. Exemplo: falar em público é estressante para alguns e delicioso para outros. Alguns se estressam ao dirigir e outros relaxam dirigindo. Se falar em público ou dirigir, fossem causa para o estresse, todos, nestas circunstâncias seriam estressados, e isso não acontece.
Mesmo que fosse possível zerar o nosso nível de estresse, não seria desejável. A vida implica num certo grau de tensão. O relaxamento total só vem com a morte. Um certo nível de estresse é uma fonte de energia valiosa e pode ser uma força positiva se controlado efetivamente. Como o ar num pneu, a pressão permite que a roda de sua vida gire. Um pneu furado não é uma situação ideal – a melhor quilometragem vem de pneus adequadamente cheios. E o mesmo acontece na vida. A experiência mostra que quantidades moderadas de estresse resultam freqüentemente em ótimos níveis de desempenho.
Se você, meu querido (a) ouvinte, sente-se estressado, a mais profunda e eficaz mudança para sua melhora é mudar alguns aspectos da sua visão das coisas, desenvolvendo uma mentalidade mais realista e apropriada para suas circunstâncias. Algumas dicas: não tente modificar o que é imodificável. O que não pode ser modificado, precisa ser suportado. Reconheça seus limites; você não pode tudo. Se você pretende ser um super-homem ou uma super-mulher, vai se estressar – e muito. Uma boa maneira para ficar bem estressado e neurótico é ser perfeccionista, ou seja, se cobrar a perfeição: como ela é impossível a seres humanos, não tem jeito, você vai viver estressado. Lembre-se, meu querido (a) ouvinte: errar não é errado;é humano.
Atitudes para encontrar a felicidade...: 

PERSEVERANÇA

Quando a próxima tarefa é uma montanha à sua frente, ela pode parecer muito difícil de se escalar.
Mas você não precisa escalá-la de uma vez.  Dê apenas um passo de cada vez...
 Dê um pequeno passo...  e dê mais um pequeno passo...  e, mais um... e então, outro...  E você descobrirá que a tarefa, que era uma montanha à sua frente, é apenas uma montanha que você já escalou!

MORAL DA HISTÓRIA: A perseverança é onipotente, ela tudo pode.

domingo, 29 de maio de 2011

COMO NÃO DISCUTIR

1.   São necessários dois para discutir. Se não respondermos de volta, não haverá discussão. Simplesmente diga: “Prefiro não conversar sobre isto agora” e, se necessário, repita esta frase com suavidade mais uma vez. Programe, então, um tempo para falar sobre o assunto no futuro.

 2.   As discussões se agravam com o volume da voz dos discutidores. O Rei Salomão já nos ensinou no Antigo Testamento: “Uma resposta gentil dispersa a raiva”. Quanto mais violentamente o outro discute, mais serena nossa resposta deve ser. Logo veremos o tom de voz dele/dela diminuir em resposta.

3.   Não haverá discussão se concordarmos. Não é nenhum sinal de fraqueza usar as seguintes frases: “Este é um bom ponto”, “Eu não havia pensado sobre isto” ou “Você tem toda a razão”! Focalizemos onde podemos concordar, não onde diferenciar.

4.   Admitamos quando estivermos errados. Ninguém está sempre totalmente certo. Reconheça e afirme seus erros e responsabilize-se pro eles.  A outra pessoa se sentirá melhor e poderá até admitir e assumir alguns erros de sua parte.

5.   Não acuse ou ataque. Não diga: “Você disse isto!” ou “Você fez aquilo!” Façamos perguntas, não declarações. E façamo-las com sinceridade, com a intenção de achar a verdade, e não como uma espada afiada, pronta a cortar a cabeça do oponente.

6.   Lembremo-nos de nossa meta! No caso do casamento, queremos harmonia, paz, uma boa atmosfera e amor. Argumentações geram tensão e ansiedade, nunca paz e tranqüilidade. Diga a si mesmo: “Eu amo minha esposa, amo meus filhos e amo meu dinheiro (divórcios custam montes de dinheiro!)”

7.   Não seja tolo em demonstrar falta de respeito ao seu amado(a) e a si mesmo, dizendo coisas que causam mágoas, coisas sem sentido ou sem validade. Você escolheu esta pessoa para ser seu cônjuge. Esta é a pessoa, acima de qualquer outra, que possui as qualidades para ser o seu escolhido/escolhida ente os bilhões de seres humanos pelo planeta.

8.   Transforme a disputa em um debate. Não defenda uma posição e sim exponha uma idéia ou problema que precisa ser esclarecido. Pessoas de boa fé, que raciocinam juntas, podem chegar a um denominador comum. Ouça com a mente aberta. Seja um juiz, não um advogado!

9.   Pergunte a si mesmo: “Será que esta discussão realmente vale a pena?” No final, tudo aquilo sobre o que estamos discutindo talvez seja algo trivial. Pode ser que a forma de comunicação que estamos utilizando é que esteja gerando a angústia, a raiva e as demais razões pelas quais estamos discutindo ao invés de debater.

10. Quando uma pessoa envolvida numa discussão, principalmente sobre assuntos financeiros, grita “Isto é uma questão de princípios!”, muitas vezes o que ela quer dizer é: “Isto é uma questão de dinheiro!”. Não deixemos que o dinheiro se intrometa e destrua amizades, casamentos e nossos relacionamentos.
 

VOCÊ OUVIU O QUE EU DISSE?


Quando percebemos que estamos sendo realmente ouvidos, sentimos que estamos sendo levados a sério; que nossos sentimentos, pensamentos e opiniões fazem sentido e merecem o respeito do outro, embora não necessariamente sua concordância. 
Ser ouvido e entendido é eliminar a distância que nos separa das outras pessoas.  Ao revelarmos o que existe em nossas mentes e em nossos corações, buscamos este entendimento, que deveria ser simples, mas não é.
É um desejo universal de todas as pessoas serem aceitas e estimadas pelo que são individualmente.  Todos queremos ser ouvidos e compreendidos.  Precisamos ser ouvidos com atenção, e não julgados, corrigidos ou aconselhados.  Embora cada um sinta esta necessidade, não se apercebe que os outros também a têm.  Deve ser por isso que a Madre Tereza de Calcutá disse em certa ocasião:  “Neste mundo há mais fome de amor e de atenção do que de pão”.
Se o ouvir fortalece nosso relacionamento por sedimentar nossa conexão com outro alguém, este também, ao validar nossos pensamentos e sentimentos, fortifica a nossa auto-estima.  Na presença de um ouvinte receptivo, nós somos capazes de clarificar o que pensamos e descobrir o que sentimos. 
Ao não sermos adequadamente ouvidos, sentimos uma espécie de  vazio em nossas vidas.  Acontece uma vaga sensação de descontentamento, de tristeza ou de solidão.  Sem nos darmos conta, ferimos uns aos outros ao falharmos por não ouvirmos verdadeiramente o que cada um diz.
Meu querido (a) ouvinte, mais uma vez recorre a sabedoria de  Madre Tereza de Calcutá quando disse:  “Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz”.

Dr.Luiz Ainbinder

terça-feira, 24 de maio de 2011

A ORIGEM DOS CONFLITOS

Imagine uma árvore.  Suponha que seja a árvore da vida.  Nela há frutos.  Na vida, os nossos frutos são os nossos resultados.  Nós olhamos para eles e não gostamos do que vemos – achamos que os frutos que produzimos são poucos, muito pequenos ou que o seu sabor é muito mais amargo do que gostaríamos que fosse.

terça-feira, 10 de maio de 2011

PORQUE É TÃO DIFÍCIL DIZER NÃO


É inegável que em grande parte nós somos o que aprendemos a ser.  Aquela ansiedade que sentimos diante de algumas ou de todas as pessoas não é uma marca, um estigma que trazemos do berço.  É um fenômeno aprendido mas, se aprendemos alguma coisa, podemos, também,  desaprendê-la ou modificá-la.

As mensagens implícitas e explícitas recebidas de nossos pais e de outras pessoas significativas em nossa infância nos ensinavam como proceder.  As instruções diretas dadas pelos pais influenciam a aprendizagem infantil; são ordens tais como: “seja boazinha”, “obedeça sempre aos mais velhos” e a terrível pergunta: “o que é que os outros vão pensar de você?”
(O que os outros vão pensar sobre nós é problemas deles.  O que nós pensamos sobre nós mesmos é o que  realmente importa.)

sábado, 7 de maio de 2011

COMPORTAMENTO ASSERTIVO

É a maneira inteligente e honesta onde as dificuldades a serem confrontadas são realmente confrontadas, e as informações que precisam ser passadas são passadas mesmo que seja desconfortável ou difícil fazê-lo.

Ser assertivo é comportar-se se baseando em real auto-estima: respeitando-se a si mesmo e aos outros e prefere-se a melhor solução de um problema em lugar de uma questionável vitória pessoal.