É assim que você fica confuso.
Um homem que tinha aberto uma loja numa cidadezinha havia
pouco tempo mandou fazer uma grande placa onde estava escrito: “Vendemos peixe
fresco aqui”. Chegou um amigo e disse:
“Para que você colocou a palavra “aqui” na placa? Então ele mandou tirar a palavra “aqui”.
Outro amigo apareceu e disse: “Vendemos”?
É claro que você vende. Você não
dá os peixes, dá? Então tire a palavra
“vendemos”.
Um terceiro amigo apareceu e disse: “Peixe fresco”? O peixe tem que ser fresco. Quem iria comprar peixe estragado? Tire essa palavra “fresco”.
O dono da loja ficou grato aos amigos. Só havia a palavra “peixe” na placa quando
uma quarta pessoa apareceu e disse: “Peixe”? Não diga! Dá para sentir o cheiro a quilômetros. O dono da loja apagou a última palavra da
placa.
Um outro homem chegou e disse: “Que idéia é essa de pendurar
uma placa sem nada escrito na entrada da loja”?
O dono da loja tirou a placa.
Outro homem apareceu em cena e disse: “Você abriu uma loja bem grande mesmo. Você não poderia pendurar uma placa na porta
dizendo, ‘Vendemos peixe fresco aqui?’”
Meu querido (a) ouvinte, se você ficar ouvindo as pessoas,
ficará cada vez mais confuso; é assim que você fica confuso. A sua confusão é esta: você ouve todo tipo de
pessoa e elas lhe dão conselhos diferentes.
Eu não estou dizendo que elas estejam mal intencionadas; elas têm boas
intenções, mas não são conscientes, do contrário não lhe dariam conselhos. Elas lhe dariam uma inspiração, não um
conselho. Elas não lhe diriam o que
fazer e o que não fazer. Elas lhe
ajudariam a tomar consciência para que você conseguisse decidir por si mesmo.
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